Câmara Municipal de Tauá debate assuntos de interesse da população em sessão ordinária.

A Câmara Municipal de Tauá voltou a se reunir para mais uma sessão ordinária, nesta segunda-feira (23), com tudo transcorrendo dentro da tranquilidade. A sessão foi comandada pelo Presidente Helder Castelo, sendo mais uma vez aberta para a presença do público. 

Câmara Municipal de Tauá debate assuntos de interesse da população em sessão ordinária.

A Câmara Municipal de Tauá voltou a se reunir para mais uma sessão ordinária, nesta segunda-feira (23), com tudo transcorrendo dentro da tranquilidade. A sessão foi comandada pelo Presidente Helder Castelo, sendo mais uma vez aberta para a presença do público. 

Na ordem do dia foi aprovado o projeto de lei do vereador Érico Lima, que concede o título de cidadania tauaense, ao senhor Warton Alves de Lima, que é natural de Picos, PI. A matéria foi aprovada por unanimidade dos presentes. Já no grande expediente deu entrada o projeto de decreto legislativo do vereador Fúlvio Gonçalves, que concede o titulo de cidadania tauaense para a senhora Ariela Fernandes Rafael. A matéria deverá ser votada na próxima sessão. 

Três parlamentares ocuparam a tribuna na sessão desta segunda, começando pelo vereador Tiago Mota Gonçalves. Ele reforçou as reinvindicações feitas através das indicações apresentadas, destacando a questão do lixão de Tauá. Segundo o parlamentar, é um problema de saúde pública que vem se arrastando há algum tempo trazendo transtorno para a população. 

Em pronunciamento o vereador Vony Sousa destacou o projeto Diálogos Abertos colocado em prática nesse último final de semana, pelo executivo tauaense. O vereador informou que recebeu na comunidade de Bom Jesus, a prefeita Patricia Aguiar, vereadores, Secretários e outras lideranças, quando a população teve a oportunidade de fazer diretamente as suas reivindicações. 

O último a ocupar a tribuna foi o vereador Luis Tomaz. Ele destacou a visita que fez ao laticínio Veneza, em Tauá, para buscar informações sobre o Programa PAA Leite. Segundo o vereador, a informação que recebeu do laticínio, é que o preço do leite tabelado pelo governo é de R$ 1,61, enquanto o laticínio compra a 1,85, o que inviabiliza a comercialização e o retorno do programa. O vereador apresentou a ideia de aprovar um requerimento que será endereçado aos representantes do município na Assembleia Legislativa e ao próprio governo do Estado, solicitando uma atenção para o problema e a implantação de um subsídio para que o leite possa ser comercializado. 

(Repórter Edy Fernandes)